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terça-feira, 12 de março de 2013

ONU comemora notícia de cura de criança com Aids - Repórter Brasil (noite)


Garoto de 8 anos se casa com mulher de 61 na África do Su



O garoto Sanele Masilela, de apenas oito anos, se casou com Helen Shabangu, de 61 anos, em Tshwane, na África do Sul. A família do garoto faz questão de reforçar que a cerimônia foi apenas um ritual e não tem valor legal (Reprodução/Barcroft Media)
Segundo o garoto ele esta feliz por este atendendo um pedido de seus ancestrais. A mãe do garoto comemorou os casamento por ser a primeira vez que uma cerimonia dessas acontece em sua família.
Patience explicou o motivo do casamento: "Sanele casou após seu avô, que nunca havia presenciado um casamento, pedir para ele se casar. Escolhemos Helen pois ele a ama" .










Fofinho ou assustador? Marca de rosto aparece em barriga de grávida


O casal Karen e David McMartin de  Kilwinning, no Estado de North Ayrshire (Reino Unido), não puderam acreditar quando viram a marca de um rosto na região do umbigo de Karen, grávida de seis meses.
A imagem apareceu quando Karen, que também é mãe de outra filha, estava no salão de cabeleireiro onde trabalha e mostrava a barriga para os amigos, segundo o britânico Daily Record.
"Estávamos dando risada do quão estranho estava meu umbigo neste estágio da gravidez, quando apareceu o rosto", afirmou a mãe.
Segundo o canadense Digital Jornal, a imagem surpreendente "lembra filmes de horror de ficção científica em que um alienígena assassino irrompe do estômago de astronautas".
No entanto, a marca na barriga de Karen não era nenhum alienígena nem o feto querendo olhar o mundo lá fora, mas apenas o bebê mudando de posição
Fonte: uol

segunda-feira, 4 de março de 2013

A morte da mulher assentada sobre a besta Apoc. 17:5-6 e cap. 18 - Olavo...

A MENTIRA DE FATIMA - Padre catolico portugues conta tudo!!!

Agressões de Gays a jovens católicos em Curitiba-PR gravado por um agressor

Discurso de Marina Silva repele apoio gay ao seu novo partido.



PORTAL 247


Mal começou a ser criado e o movimento da ex-ministra Marina Silva, que lançou neste sábado o embrião do partido Rede Sustentabilidade, afastou as chances de ter o apoio do político que é a principal voz do Congresso na defesa dos direitos do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Pelo Twitter, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) declarou neste sábado: "acabou meu diálogo com o movimento dela".

O rompimento se deve a uma sugestão da ex-presidenciável de realizar um plebiscito no País a fim de decidir o direito do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando soube da ideia, Jean Wyllys questionou Marina "se ela bancaria um sobre isenção fiscal das igrejas. Ela disse que não, e aí acabou meu diálogo com o movimento dela", conta o deputado.

Ainda pelo microblog, Jean Wyllys protestou: "'Nova política' querendo submeter direitos de minorias a 'plebiscitos' e 'referendos' não é nova política: é o velho conservadorismo!". Em seguida, retuitou a mensagem do jornalista argentino e ativista do movimento LGBT Bruno Bimbi, que dizia: "Vamos fazer plebiscito sobre os direitos dos negros? E sobre os direitos dos judeus? Marina atrasa um século!".

Em cima do muro


O partido de Marina já nasceu evitando tomar posições. No evento deste sábado, em Brasília, com a presença de mais de mil pessoas, entre políticos, intelectuais e líderes de movimentos sociais, a ex-senadora declarou, sem pestanejar, que a legenda não deverá ser "nem oposição, nem situação" ao governo de Dilma Rousseff. "Nem posição nem situação, nós precisamos de pessoas que tenham posição. Se Dilma fizer algo bom para o país, nossa posição será favorável. Se estiver contra o Código Florestal, nossa posição é contrária", disse. "Parece ingênuo, mas não tem nada de ingenuidade", acrescentou.

Ao sugerir um plebiscito para garantir o direito do casamento civil igualitário, ela também deixa de tomar uma posição, delegando essa tarefa para a população brasileira. Até mesmo sobre a chance de se candidatar novamente à Presidência da República em 2014, ela deixou as portas abertas, não respondendo nem que sim, nem que não, mas afirmando que é uma "possibilidade". Uma das principais ênfases de sua fala foi dizer que o foco do novo partido não é a eleição do ano que vem. "E quem acredita nela?", provoca Jean Wyllys.




Perdeu o que não poderia ter. Se este apoio se consumasse, Marina poderia dar bye bye às suas pretensões de contar com o apoio dos evangélicos. Marina sabe. Este limoeiro ainda vai ser muito chacoalhado. Vamos ver o que fica no pé. 

Depois de virar pastora evangélica ex-BBB Bruna Tavares troca a vida na cidade pela roça


Ela ficou conhecida nacionalmente ao participar do “BBB 7”. No reality, emendou um namoro com o vilão da edição, Alberto Cowboy, com quem permaneceu após o fim da atração. Ganhou fama e dinheiro ao fazer ensaios sensuais e trabalhar como modelo de uma famosa agência do país. Mas toda essa trajetória virou frustração e arrependimento, e só servem hoje como testemunho de vida nas pregações que Bruna Tavares realiza pelo país ao lado da amiga Rhanúsia Borges.

Recém-convertidas à religião evangélica e frequentadoras da Igreja Batista Kerigma, elas fundaram em 2008 um Ministério religioso que leva seus nomes. “Eu já frequentava igreja antes de entrar no programa, mas depois que saí foi que percebi que nada daquilo preenchia o vazio que eu tinha dentro de mim. Foi aí que eu resolvi aceitar o chamado de Deus”, conta Bruna, arrastando um carregado sotaque mineiro.


Bruna e Rhanúsia (foto) se conheceram em São Paulo, pouco depois da saída da catarinense do programa. Na época, Bruna enfrentava críticas sobre a sua forma física e tinha acabado de pôr fim ao namoro com Cowboy. Foi então que ela aceitou o convite da amiga para passar uns dias num SPA. Desde então, a ex-BBB foi adotada pela família de Rhanúsia. “Deus selou essa amizade e nos chamou para desempenhar o nosso ministério”, conta a amiga.

Vivendo em função da religião, elas deixaram para trás tudo o que conseguiram e se mudaram em 2009 para Campos, no Estado do Rio de Janeiro. Lá, se formaram como bacharéis em Teologia, e passaram a pregar a palavra. "Não sou pastora. Somos missionárias, pois, desempenhamos esse papel", esclarece.


Ela também abriu mão de todo o dinheiro que ganhou após o programa. “Fiquei sem nada”, conta Bruna, que recebe doações de fiéis (ela não cobra cachê para ir às igrejas) e da venda de dois livros que lançou com a amiga inseparável. "Vivemos com Deus nos abençoando conforme precisamos", explica. A fazenda onde moram foi comprada por Cidinha. ‘"Minha mãe biológica mora em Santa Catarina e respeita a minha decisão de servir ao Senhor”, explica Bruna.


Com as mãos calejadas do trabalho árduo na roça, Bruna diz que não vê necessidade de esconder os defeitos que Deus lhe deu, por isso usa menos maquiagem. As roupas foram outra grande mudança na vida da missionária. “Eu era muito mais bonita antes. Mas hoje eu sou linda por fora e por dentro. Deus conservou algo de diferente em mim. E quando você tem Deus na sua vida, você é mais feliz”.

Solteira desde que terminou o namoro com Alberto Cowboy, ela aguarda a providência divina para se casar. “Sinto um carinho muito grande pelo Alberto, e sei que ele também sente por mim, mas acabamos perdendo o contato. A próxima vez que eu namorar, vai ser para casar”, afirma ela, hoje com 28 anos.

Enquanto isso não acontece, Bruna se dedica ao planos que Deus colocou em sua vida. Sempre olhando para frente. “Já passei da fase de me arrepender de ter participado do ‘BBB’. O arrependimento é você se converter, como eu fiz. Hoje, só me arrependo de não ter conhecido Deus bem antes na minha vida”.



Fonte: Extra Globo
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Professor é demitido por manter Bíblia sobre a mesa e sugerir questionamentos à teoria da evolução




Manter uma Bíblia sobre sua mesa e trazer princípios cristãos para suas aulas causou a demissão do professor John Freshwater de uma escola nos Estados Unidos.

A demissão ocorreu em 2011, após a diretoria da escola alegar que ele estava discutindo temas que não faziam parte da programação das aulas. Os advogados dele argumentam que o desligamento foi feito de maneira inconstitucional.

Pesam ainda sobre o professor, acusações de que ele teria usado uma ferramenta para queimar os braços dos alunos com uma cruz, de acordo com o Daily News.

“Ele não se envolveu em proselitismo religioso, ele discutiu uma teoria científica que passa a ser consistente com os ensinamentos de várias religiões mundiais”, afirmou Hamilton, um dos advogados.

Entretanto, a escola alega que John Freshwater incentivava os alunos a duvidarem das ciências com um folheto, e se negava a ensinar o conteúdo programado, que abordava a criação e a evolução do homem e a homossexualidade, segundo informações do Christian Post.

O professor está recebendo apoio de um grupo que luta por liberdades civis, enquanto que a diretoria da escola tem recebido manifestações de aprovação por parte de grupos ateus e de educação científica.

O caso está sendo julgado pela Corte Suprema de Ohio, e na última quarta-feira, Freshwater apresentou sua versão dos fatos. Os advogados do professor alegam que a demissão violaram os direitos da Primeira e Décima Quarta Emenda da Constituição, que tratam da liberdade de expressão e religiosa.

O Instituto Rutherford, entidade de proteção aos direitos civis, afirmou que irá lutar para que o caso seja revisto e os direitos do professor enquanto profissional e cidadão sejam garantidos: “Vamos defender o direito à liberdade acadêmica de um professor de ciências demitido por incentivar os alunos a pensar criticamente sobre o currículo de ciência da escola, particularmente no que se refere às teorias de evolução”, afirmou o comunicado do instituto.

O advogado da escola, David Smith, rebate dizendo que John Freshwater não tinha liberdade para alterar o conteúdo definido para as aulas: “Não há liberdade acadêmica do professor para fazer isso. Este não é um caso sobre o cânhamo industrial. Este não é um caso sobre a guerra do Iraque. Pontos de vista sociológicos e políticos são coisas completamente diferentes”, argumentou.



Fonte: Gospel+

Falta de sacerdotes na Europa leva Igreja a importar padres do Terceiro Mundo.


Países e regiões colonizadas no passado - como Índia, África, América do Sul e Leste Europeu - são hoje maiores fornecedores; número de padres estrangeiros em solo europeu multiplicou por seis nos últimos 5 anos

No interior de um vale da Suíça, no vilarejo de Disentis, a tradicional população alpina que vai à missa aos domingos se deparou há poucos meses com uma novidade: um padre indiano. Deficitária de religiosos, a Europa passou a "importar" padres para suas paróquias, num dos sinais mais claros da queda da influência da Igreja no Velho Continente.

Dados obtidos pelo Estado no Vaticano revelam a situação dramática do catolicismo na Europa. Entre 1985 e 2005, houve uma redução de 11% no número de padres no continente e, não por acaso, o próprio cardeal Joseph Ratzinger, ao ser eleito papa em 2005, disse que retomar o cristianismo na Europa era prioridade.

Se há 400 anos o Velho Continente era o epicentro de missões religiosas para os quatro cantos do mundo, a tendência hoje é exatamente a contrária. Nas cidades suíças de Chur e Basileia, metade das igrejas já é comandada por estrangeiros, principalmente da Índia, África, América do Sul e do Leste Europeu.

Na lista dos sacerdotes estrangeiros preferidos, os brasileiros estão no topo - resultado do perfil flexível, acolhedor e diplomático. "Numa Europa secular, um padre acolhedor e que saiba ouvir ajuda muito a conter a evasão de fiéis e até a atrair aqueles que tinham deixado a fé", explica o padre Ney de Souza, doutor em História Eclesiástica pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Souza morou por seis anos na Itália e explica que, nos últimos anos, viu crescer o número de brasileiros por lá. "Antes, os padres missionários iam para a África. Agora, têm ido para a Europa."

A transferência de um padre para outro país depende de um acordo entre bispos. "O bispo europeu é que pede ao brasileiro que envie ajuda daqui", explica o padre José Arnaldo Juliano, capelão do Mosteiro da Luz de São Paulo. "O Brasil também não tem sacerdote sobrando, mas sempre se dá um jeitinho."

Juliano morou por seis anos na Itália. "E, sempre quando volto, o bispo me pergunta se não quero voltar a viver lá", brinca.

Os números da carência de sacerdotes impressionam. Na Itália, o contingente de padres caiu de 41 mil há 25 anos para 33 mil hoje. Em Portugal, os sacerdotes estrangeiros também já são realidade. Para o responsável do patriarcado de Lisboa, Delmar Barreiros, "qualquer diocese na Europa tem necessidade de clero, porque a falta de vocações tem sido grande".

Foco. Na Espanha, um dos centros do catolicismo, já são mais de 500 padres estrangeiros comandando paróquias em todo o país. Só em Madri seriam cerca de cem. Segundo a Conferencia Episcopal Espanhola (CEE), a taxa de estrangeiros em algumas dioceses já chega a 20% do efetivo clerical. A conta do Vaticano é relativamente simples: a Espanha tem 22,6 mil paróquias. Mas apenas 18 mil sacerdotes. Na prática, 4 mil igrejas no país não tem um padre próprio.

O que mais preocupa é que apenas 200 religiosos são registrados como padres a cada ano, o que não seria suficiente para substituir uma geração que está prestes a se aposentar. Hoje, na Espanha, a idade média de um sacerdote é de 64 anos. Em uma década, o número de seminaristas caiu em 40%.

Na França, a situação não é diferente. São 1,3 mil padres estrangeiros espalhados pelo país, 12% do total de sacerdotes franceses. Em locais rurais da França, não é raro ver um padre negro da República Democrática do Congo.

Hoje, apenas 10% da população que se diz católica na França vai, de fato, à missa. Num país de 60 milhões de pessoas, 40% negam qualquer religião.

Portanto, se a população da França aumentou em um terço desde 1945, o número absoluto de padres católicos caiu em dois terços nesse período. Por ano, menos de 130 novos padres são ordenados. Não por acaso, os números do Vaticano mostram que o número de estrangeiros aumentou em seis vezes nos últimos cinco anos.

Em 2012, a República Tcheca fez um apelo a dioceses de todo o mundo, convidando padres para se mudarem para o país e ajudar a manter as igrejas locais, muitas delas vazias.

Se hoje muitos no Vaticano admitem que a importação de padres tem ajudado, essa nem sempre foi a avaliação da Igreja. Em 2001, um informe preparado pelo cardeal esloveno Jozef Tomko alertou que a transferência de padres do Hemisfério Sul para a Europa teria uma séria consequência para o avanço do catolicismo nos países em desenvolvimento.



Fonte: Estadão
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Venezuelanos exigem informações sobre saúde de Chávez

Centenas de estudantes 

Centenas de pessoas saíram à rua. Presidente voltou a casa no mês passado, mas desde dezembro que não aparece em público

venezuelanos e membros da oposição saíram às ruas de Caracas, no domingo, para protestar e pedir informações detalhadas sobre o estado de saúde do presidente Hugo Chávez.

«Chávez trava batalha enorme pela sua vida»

Chávez voltou para a Venezuela no mês passado, depois de ter sido operado em Cuba. Desde Dezembro que o presidente não é visto em público.

As autoridades venezuelanas apenas dizem que Chávez continua à frente do seu país e que continua os tratamentos ao cancro.

O vice-presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, disse na quinta-feira que Hugo Chávez está a travar «uma batalha enorme pela sua saúde e vida», numa etapa que «é complexa e dura» do seu tratamento.

«Vocês sabem que o Presidente Hugo Chávez está a travar uma enorme batalha pela sua vida e saúde», disse Maduro durante uma reunião com os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países da Aliança Bolivariana para os Povos da América (ALBA).

Após funk, Perlla lança disco de música gospel.


Foram dois discos dedicados ao funk - Eu só Quero ser Livre e Mais Perto, respectivamente, de 2006 e 2007 -, a cantora fluminense Perlla lançou, nesta quinta-feira (28), um disco que foge totalmente do estilo.

Em coletiva de imprensa realizada no Centro de Convenções Bolsa do Rio de Janeiro, na região central da capital fluminense, Perlla lançou seu primeiro trabalho religioso, de música gospel, batizado de A Minha Vida Mudou, pelo selo Central Gospel Music. 

Segundo a cantora descreve em seu site oficial, o novo trabalho tem como "objetivo render glórias a Jesus e testemunhar do seu amor por ela". O disco foi gravado em parceria com o marido, o baixista Cássio Castilhol, que fez questão de tirar fotos na coletiva exaltando a segunda gravidez de Perlla. Aos 24 anos, la está no sétimo mês da gestação.


Fonte: Terra

Contato com a religião depende mais dos pais que da escola


Primeiro contato com religião se dá por meio da família

Os brasileiros são um povo de fé. Segundo dados do Censo de 2010, 92% das pessoas declaram ter alguma religião, em sua maioria (87%) a cristã. Essa religiosidade é transmitida às crianças pelos pais e por outros familiares, mas a forma como esse contato inicial é absorvido é variável. Para o professor César Leandro Ribeiro, coordenador do Departamento de Teologia da PUC-PR, se a criança vai ter esse primeiro contato como algo positivo ou negativo, depende da significação que ela vai dar às descobertas: “A religiosidade está intimamente atrelada à experiência”, comenta.

Ribeiro exemplifica, dizendo que uma boa relação da criança com os pais ou com figuras de autoridade torna mais fácil a aceitação da religião, “pois há uma projeção da imagem da autoridade na imagem de Deus”. O oposto, garante Ribeiro, também é verdadeiro: relações familiares negativas podem afastar os jovens da religião.

Após o contato inicial feito em casa, nas escolas, as crianças têm acesso às aulas de ensino religioso, ampliando o conhecimento e a compreensão da área. Mesmo que de matrícula facultativa, no Brasil, o ensino religioso deve ser oferecido pelas escolas públicas de ensino fundamental. Mas, mesmo que a legislação assegure o respeito à diversidade cultural religiosa do País, o Ministério da Educação informa que “questões mais específicas são decididas por cada sistema de ensino, no âmbito de sua autonomia”, o que significa que o conteúdo ministrado e o respeito à matrícula facultativa fogem ao controle do órgão federal.

Ribeiro nota uma mudança fundamental na forma como as religiões são tratadas em sala de aula. “Antes, o ensino era confessional. Hoje, é área de conhecimento”. Esse novo formato, adotado para abranger o sincretismo religioso brasileiro, busca o estudo de variadas religiões, do catolicismo ao candomblé, do espiritismo às crenças orientais. Quem atesta isso é a pedagoga Tânia Wiacek, que ministra aulas de Ensino Religioso na Escola Municipal CEI Belmiro César, de Curitiba. “Não há doutrinação, mas uma apresentação de valores e rituais de cada religião”. Na escola, as crianças iniciam o estudo das religiões no 1º ano do ensino fundamental, aos seis anos.

Mas o professor Ribeiro diz que existe resistência às mudanças: grupos defendem a volta do ensino confessional, nos moldes de pastorais, que atuam mais no campo da ação. A ação pastoral está associada ao catolicismo e é a forma que a igreja encontra de sair do campo das ideias e prestar serviços à comunidade.

Como lidar com as diferenças

Muitas instituições de ensino no Brasil são católicas ou de alguma ordem religiosa específica. Dessa forma, outra problemática se apresenta: como o colégio ensina diferentes crenças às crianças. De acordo com Ribeiro, o mais importante é que se valorize o respeito. “Se alguma escola católica age com preconceito em relação a algum aluno de outra religião, está indo contra seus próprios princípios; não está sendo cristã”, diz. Segundo Ribeiro, precisamos buscar o meio-termo, fugindo de extremismos. Afinal, uma escola católica, mesmo que baseada nos princípios do Evangelho, vai formar seres humanos e não necessariamente cristãos, resume o teólogo.

Segundo a educadora Tânia, os alunos aceitam bem as diferenças religiosas. “O preconceito está nos pais, não nas crianças”, revela. Frente ao ensino religioso, alguns responsáveis demonstram medo de que haja, na escola, a doutrinação de alguma crença contrária à que se cultiva em casa. Como na rede pública de ensino a matrícula na disciplina é facultativa, os pais podem optar por não inscrever os filhos. "Cabe aos pedagogos explicar as aulas e explicitar que não há tentativa de doutrinação, mas sim uma apresentação de variadas culturas”, diz Tânia. Como resultado desse esforço, revela ela, 100% dos alunos frequentam suas aulas.

O teólogo Ribeiro não vê um distanciamento da nova geração do campo religioso. Mesmo que as crianças hoje recebam muito mais informações do que gerações anteriores, para o professor não há uma grande mudança aparente. “O ser humano, essencialmente, é o mesmo”. Assuntos em alta hoje, a preservação da natureza e a vida comunitária - mesmo que online - se aproximam muito mais dos princípios da igreja do que a rebeldia de gerações anteriores, que lutaram contra todas as formas de autoridade. “Quanto mais eu ando por aí, mais eu vejo como os jovens são extremamente generosos. Acredito muito nessa nova geração”, completa.



Fonte: Terra

Cientistas anunciam primeiro caso de cura funcional da Aids


Uma equipe de virologistas dos Estados Unidos anunciou nesse domingo (3) o primeiro caso de cura funcional da Aids, envolvendo um menino que nasceu com o HIV transmitido pela mãe.
Não se trata de uma erradicação do vírus, mas sua presença é tão débil que o sistema imunitário do organismo está em condições de controlá-lo sem qualquer tratamento antirretroviral, explicaram os pesquisadores.
A única cura total da Aids oficialmente reconhecida ocorreu com o americano Timothy Brown, conhecido como o paciente de Berlim, declarado livre do HIV após realizar um transplante de medula óssea de um doador que apresentava uma mutação genética rara que impede o vírus de penetrar na células.
O transplante visava salvar Brown de uma leucemia.
O menino em questão, que mantém o HIV sob controle, recebeu antirretrovirais menos de 30 horas após seu nascimento. Durante a gestação, a mãe não foi tratada contra a Aids.
O tratamento precoce explica sua cura funcional, ao bloquear a formação de reservas de vírus dificilmente tratáveis, assinalaram os pesquisadores na 20ª Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI), realizada neste final de semana em Atlanta, Geórgia.
Estas células contaminadas "adormecidas" relançam a infecção na maior parte das pessoas soropostivas semanas após a suspensão do tratamento com anti-retrovirais.
"A realização de uma terapia antirretroviral muito cedo nos recém-nascidos pode permitir uma longa remissão sem antirretrovirais, ao impedir a formação destas reservas virais ocultas", destaca a doutora Deborah Persaud, do Centro de Crianças do Hospital Universitário Johns Hopkins de Baltimore (Maryland), principal autora do estudo.
Isto foi o que aconteceu com a criança, segundo a especialista.
As análises mostraram uma redução progressiva da presença viral no sangue dos recém-nascidos, até o vírus se fazer indetectável no 29º dia de tratamento.
O menino foi tratado com antirretrovirais até seus 18 meses de idade, quando o tratamento foi suspenso. Dez meses depois, os exames não detectaram qualquer presença do HIV no sangue.
Os exames realizados posteriormente não revelaram a presença do HIV no sangue do menino.
O desaparecimento do HIV sem tratamento permanente é algo extremamente raro, e observado apenas em 0,5% dos adultos infectados, cujo sistema imunológico impede a reprodução do vírus e o converte em clinicamente indetectável.
Os especialistas afirmam que o caso pode mudar a atual prática médica, ao revelar o potencial de um tratamento antirretroviral muito cedo, após o nascimento de crianças com altos riscos potenciais.
O primeiro objetivo é, destacam, impedir a transmissão do vírus da mãe para o filho.
Os tratamentos antirretrovirais em mães portadoras do HIV durante a gestação permitem atualmente alcançar este objetivo em 98% dos casos, destacam os especialistas.
O estudo foi financiado pelos institutos nacionais de saúde e pela Fundação Americana para a Pesquisa da Aids.
Fonte: R7

Ministério Público tenta interromper obras de monumento religioso no Crato


Nem bem recomeçaram as obras do monumento religioso no município do Crato, localizado a 504 Km de Fortaleza, e a polêmica em torno da construção já voltou à tona. O Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) ingressou com uma Ação Civil Pública (ACP) na Justiça para impedir, mais uma vez, que o governo estadual realize a segunda etapa do monumento em homenagem à Nossa Senhora de Fátima.

A ação, com pedido de tutela antecipada, foi expedida na última  terça-feira (26), pelo promotor de Justiça Lucas Felipe Azevedo de Brito. Segundo ele, o fato de ser utilizado recurso público para a construção de monumento com cunho religioso lesa frontalmente o Estado Democrático de Direito.
  
Com ACP, o MP-CE requer a inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 15.110/2012 referente aos gastos para a construção da estátua; a proibição de construir ou a demolição de qualquer edificação já realizada, no prazo de 30 dias; além de suspender a execução do contrato derivado do edital de concorrência pública. Em caso de descumprimento, a multa diária no valor de R$ 10 mil recai sobre o patrimônio pessoal do chefe do executivo Estadual.

A ordem de serviço para retomada das obras foi assinada na última quarta-feira (27). O edital de concorrência pública para contratação da empresa foi finalizado no dia 22 de janeiro, tendo sido vencedora a JMD Construções Ltda. O valor a ser destinado para a obra com recurso doGoverno do Estado é de R$ 946.856,25.



Fonte: Diário do Nordeste

Agressão a atriz motiva protesto organizado via Facebook


Um movimento, via Facebook, está organizando para as 16 horas desta segunda-feira, 4, uma manifestação em repúdio à agressão sofrida pela atriz  Roberta Nascimento, 26 anos.
Ela alega ter sido agredida por um segurança da Associação Cultural Brasil-Estados Unidos (Acbeu). A manifestação, marcada para acontecer em frente à sede da instituição, no Corredor da Vitória,  tem como palavras de ordem a luta contra o machismo e a lesbofobia (ódio contra lésbicas).
Roberta, 26 anos, registrou queixa na polícia após a  confusão na última sexta-feira, quando, ao lado da companheira, foi conferir uma exposição na Acbeu.  
Apuração -  A assessoria de imprensa da instituição informou, por meio de nota, que iniciou uma apuração detalhada sobre a denúncia. A nota diz ainda que o Acbeu lamenta o incidente e repudia a resolução violenta de conflitos.
A instituição afirma que é contra qualquer tipo de discriminação contra a livre orientação sexual. "Entendendo tratar-se de um direito individual que merece o mais absoluto respeito", afirma um trecho da nota. Segundo a assessoria do Acbeu, a instituição está tentando contato com as vítimas e vai realizar esforços para reparar os prejuízos causados.
De acordo com a ocorrência registrada na 14ª Delegacia Territorial  (DT/Barra), a vítima, após participar de um evento no local, teria ido ao banheiro. Neste momento, um segurança da instituição negou o acesso da atriz e da companheira dela, Talita Andrade, 29, ocasionando o conflito.Após Talita questionar o segurança por não  deixá-las usar o banheiro, Roberta teria sido agredida com socos em diversas partes do rosto.
Agentes da  delegacia disseram não descartar a hipótese de discriminação por orientação sexual.
Fonte; A Tarde

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