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sábado, 9 de maio de 2015

Mais antiga cópia dos Dez Mandamentos é exibida em Israel


Manuscrito com mais de 2 mil anos poderá ser visto em museu até janeiro. Original da teoria da relatividade de Einstein está na mesma exposição

Da France Presse
Em foto de 18 de dezembro de 2012, o diretor geral da Autoridade de Antiguidades de Israel, Shuka Dorfmann, e o professor Yossi Matias, diretor do Google de Israel, exibem réplica de um trecho do manuscrito dos Dez Mandamentos (Foto: AFP Photo/Menahem Kahana)Em foto de 18 de dezembro de 2012, o diretor geral da Autoridade de Antiguidades de Israel, Shuka Dorfmann, e o professor Yossi Matias, diretor do Google de Israel, exibem réplica de um trecho do manuscrito dos Dez Mandamentos (Foto: AFP Photo/Menahem Kahana)
O mais antigo documento conhecido que reproduz integralmente os Dez Mandamentos está em exibição em Jerusalém, em uma mostra do Museu de Israel - informou nesta quarta-feira (6) o estabelecimento.
O documento, escrito em hebraico e com mais de 2 mil anos de idade, é geralmente mantido nas instalações da Autoridade de Antiguidades de Israel, fora de alcance ao público e em condições draconianas de conservação, similares à caverna onde foi encontrado.
O documento já havia ganhado uma exposição excepcional em Nova York, em 2011, e em Cincinnati, em 2013. Mas seu acesso ao público é muito raro, até mesmo em Israel.
Agora, o público pode apreciá-lo por ocasião da exposição intitulada "Uma breve história da humanidade", montada no Museu de Israel com recursos oriundos do estabelecimento e inaugurada recentemente. O texto está protegido numa redoma dotada de um dispositivo climático devido à sua fragilidade.
O documento, de 45,7 cm de comprimento e 7,6 centímetros de largura, com as instruções morais que Moisés teria recebido de Deus no Monte Sinai, faz parte dos 870 manuscritos encontrados por um beduíno no noroeste do Mar Morto entre 1947 e 1956 perto de Qumran.
Muitos especialistas estimam que os Manuscritos do Mar Morto foram escritos pelos essênios, uma seita judaica dissidente que se retirou no deserto. Outros especialistas acham que poderiam vir de bibliotecas do Templo Judaico que estava sendo erguido em Jerusalém, e foram escondidos em cavernas com a aproximação dos romanos que destruíram o local em 70 d.C.
O manuscrito original da teoria da relatividade de Albert Einstein está em exibição na mesma exposição, que foi inaugurada em 30 de abril e vai até janeiro de 2016.

Fonte: G1

segunda-feira, 9 de março de 2015

Especialistas de Hollywood atestam que o vídeo das execuções dos cristãos coptas é manipulado.



Segundo o site The Christian Times, o vídeo exibindo os  21 cristãos coptas egípcios sendo decapitados por membros do Estado islâmico na Líbia na semana passada foi manipulado com efeitos especiais e não foi gravado em uma praia, mas um estúdio com tela verde.

Para os especialistas, o vídeo foi modificado não apenas para retratar os carrascos como tendo mais de 2,15 metros de altura, como também para aumentar a dramaticidade das cenas e esconder o verdadeiro local das execuções a fim de evitar o rastreio dos líderes do grupo que poderiam ser alvo de ataques de drones.

"Manipulação pelo o Estado Islâmico dos seus vídeos  tem se tornado comum," afirmou à Fox News, o Sr.Veryan Khan, diretor editorial do Centro de Pesquisa e Análise em Terrorismo Consortium. Segundo Khan, os assassinatos provavelmente ocorreram em um estudio dotado de tela verde para o efeito chroma key. Na versão distribuída pelo grupo jihadista, uma legenda indicava  a localização do massacre como sendo uma praia na "costa de Wilayat Tarabulusm no Mar Mediterrâneo", contudo, diversas evidencias e imperfeições no vídeo indicam que tudo foi filmado dentro de um estúdio e o mar foi adicionado no fundo depois.

Ainda segundo Khan, o "Jihad Joseph", o narrador  no vídeo, parece fora da proporção em relação ao mar no fundo tanto  em tomadas de close-up, quanto nos planos mais abertos, o que indica alterações. 

Segundo Khan, os acertos visaram aumentar a dramaticidade e "editar" eventuais reações indesejadas das vítimas. O fato dos membros do ISIS pareceram ter mais de 2,15 metros de altura é um fator intimidador. 

Já o diretor de cinema Hollywood Mary Lambert disse à Fox News que o vídeo foi claramente manipulado. "A tomada inicial foi claramente adulterada.  Os jihadistas parecem  gigantes e os cristãos anãos. Já os close-ups dos jihadistas na praia foram feitos em tela verde."

A Fox News também observou outras anomalias no vídeo. "O som do mar esta claramente colocado em uma faixa de áudio exclusiva e o fluxo de sangue correndo para o mar após a decapitação da última vítima não é real. 

Já Khan confirmou que o efeito do mar vermelho, supostamente, por causa do sangue das vítimas é falso. São efeitos especiais toscos. Para Khan, a partir da tomada de abertura conclui-se que não mais do que seis vítimas diferentes estiveram na "praia", que por sinal, a partir da perspectiva do vídeo não foi o cenário da matança, mas cenário de uma filmagem diferente, com alguns membros do EI e seis supostas vítimas para posterior edição. 

Segundo Khan, nem mesmo a tal praia parece ser a indicada na legenda do vídeo. Segundo o especialista, o que deveria ser uma praia costeira (de Wilayat Tarabulus) é, provavelmente, alguma praia de baia, como indicam o sentido das ondas e a forma como a água bate das pedras. Já as pegadas - de vítimas e algozes - mostram um angulo que não faz sentido com as imagens da marcha das pessoas. De mesma forma, tudo indica que foi colocada areia em algum estúdio e, ali, foi filmada a marcha das vítimas e algozes, o que faz mais sentido com a profundidade alcançada pelas pegadas na areia. Se a marcha tivesse ocorrido na beira do mar, as pegadas seriam muito mais profundas. 




Finalmente, quando a última vítima foi degolada, de acordo com Khan, "ele não apenas não tinha  a pulsação do sangue compatível com uma decapitação, como o seu sangue parece ter sido engrossado com "amido de milho. Ou seja, houve manipulção."

Segundo Khan, o "Estado Islâmico usa a técnica da tela verde evitando expor suas ações a satélites e drones. Provavelmente, comparecem às filmagens em locações ao ar livre somente o diretor, o cameraman e um assistente. Todo o resto é pós-produção".

Obviamente estamos diante de um bando de facínoras bem orientados por algum gênio do mal da propaganda. Provavelmente, um Goebels moderno, como o era o propagandista de Hitler.


Com informações de Fox News, Christian Times e Christian Post.


Tem gente que se infecta com HIV de propósito


Essa informação bizarra vem da Folha de S. Paulo:

'Virei um caçador do vírus HIV', diz praticante de roleta-russa do sexo

CAROLINA DANTAS 

"Fui fazer o exame para detectar o HIV. Quando eu recebi o resultado, a psicóloga foi falar comigo de um jeito gentil e delicado. Eu disse: 'Tudo bem, moça, ainda bem, até que enfim, depois de tantos anos. Agora eu tenho a certeza. Agora eu estou livre'." É dessa maneira que o paulistano J.D., 35, explica à sãopaulo como recebeu a notícia de que tinha contraído o vírus HIV. Ele escolheu ter a doença.

O caixa de supermercado, que pede que seja identificado apenas pelo apelido SóBare, faz parte de um grupo que preocupa o Ministério da Saúde, o dos que contraem o vírus HIV por opção.

No final de 2014, o ministério criou uma comissão para discutir a vulnerabilidade dos homossexuais e, também, os casos de infectados por escolha. Os profissionais vão analisar as implicações dessa prática e o quanto ela está disseminada no Brasil. Em nota, o ministério afirma que "é contra a prática do 'barebacking' (...). Não cabe ao ministério punir ou julgar civilmente quem pratica ou coopta pessoas para a disseminação da prática".

O apelido SóBare vem da expressão em inglês "bareback", usada para a prática do sexo sem camisinha. Ele diz que desde que contraiu o vírus, há três anos, só mantém relações sem a "capa", como chama os preservativos.

A prática "bare" é antiga. É conhecida desde a década de 1980, com mais casos nos Estados Unidos. No Brasil, a maior parte dos participantes é do sexo masculino, homossexuais, que tem o interesse em fazer sexo grupal. Alguns deles estão em grupos apenas pelo risco: têm relações com várias pessoas e são informados que algum deles é portador do vírus, mas não sabem exatamente quem, por isso a prática também é conhecida como roleta-russa do sexo.

Em São Paulo, SóBare conta que já organizou duas festas para a disseminação do vírus em casa. "O largo do Arouche é o ponto de encontro para quem quer se infectar." Segundo ele, alguns dos participantes tatuam o símbolo de perigo biológico. Uma forma de serem reconhecidos entre os pares.

SóBare afirma que tomou a decisão de contrair o vírus para garantir liberdade sexual e é assim com todos os conhecidos que participam das festas do HIV. Antes das relações, SóBare avisa que é portador e diz que não faz sexo com proteção. "Se negocio com 20 pessoas, apenas cinco aceitam", conta.

"Quando tomei a decisão, me tornei um caçador do vírus. Tem pessoas que passam dez anos tentando [contrair o vírus]. Eu fiquei aproximadamente cinco anos. Era um desejo. Eu odeio ter qualquer tipo de dúvida, eu gosto de ter a certeza em tudo na minha vida. Queria chegar para o meu parceiro e poder dizer com certeza: eu tenho o vírus."

De acordo com SóBare, os "negativos" -jovens que ainda não contraíram o vírus- que decidem ser portadores podem entrar em contato com os "positivos" e se encontrar para sexo sem camisinha. Esses rituais são chamados de "batismo" ou "conversão", geralmente marcados por sites camuflados na internet. Ele já teve um perfil no Facebook para conseguir organizar as festas, mas foi bloqueado após uma denúncia feita para a rede social.

"Eu fiz a minha conversão em uma noite. Marquei em um motel e encontrei outros homens, convidei muita gente mesmo, umas cem pessoas portadoras, para conseguir finalmente contrair o vírus."

A cada seis meses, enquanto praticava o sexo sem camisinha com diferentes homens infectados, SóBare ia ao médico para checar se tinha conseguido ficar "positivo".

AS CONSEQUÊNCIAS

SóBare diz ter conversado com outros portadores do vírus e consultado infectologistas muito tempo antes de tomar a decisão. "Foi aí que descobri que essas pessoas têm uma vida normal". Ele explica que, depois que começou a se medicar com o coquetel distribuído pelo governo federal, não sentiu nenhum efeito colateral.

Artur Timerman, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein, afirma que tem percebido, em consultório, um aumento dos relatos da prática. Timerman estuda os vírus e os tratamentos contra o HIV desde 1981.

"Esses jovens que estão escolhendo ter HIV, com o perdão da palavra, são 'imbecis com iniciativa'. Esse mito de que não existe mais efeito colateral é uma falácia sem tamanho", diz Timerman. Segundo ele, nenhum medicamento que precisa ser utilizado por anos é livre de efeitos colaterais.

"O paciente com HIV vai precisar tomar remédios para o resto da vida. As consequências, geralmente, são alteração dos ossos e problemas renais", explica.

Outro mito que circula entre os jovens é de que, para contrair o vírus, é preciso estar com a imunidade baixa. De acordo com o médico, essa informação também é falsa.

"Esses argumentos falsos estão ajudando a aumentar o número de pessoas infectadas no Brasil. Mesmo que o remédio não tivesse efeito colateral, o governo brasileiro não vai ter força financeira para bancar coquetel para todo mundo", completa.

Menos de 20% dos infectados com o vírus sentem os efeitos da doença nos primeiros anos após a contração do vírus. A maior parte das pessoas sentirá os sintomas apenas seis ou sete anos depois. De 2006 a 2014, de acordo com dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de casos de HIV em cerca de 50% para jovens entre 15 e 24 anos.

O médico Esper Kallas, professor da Universidade de São Paulo e estudioso de infecções por HIV, realiza cerca de dois ou três diagnósticos por semana em seu consultório. Ele avalia que há, realmente, mais facilidade para o tratamento da doença, mas que ainda existem riscos.

"É preciso ter disciplina com o medicamento. Caso haja um descuido, o vírus pode se tornar mais forte e será necessário buscar novos remédios. De qualquer maneira, acredito que este grupo de homens que escolhe contrair o vírus ainda seja isolado, não algo disseminado. A maior parte das pessoas que recebo no consultório contraíram o vírus por descuido no momento de fazer sexo", diz Kallas.


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